Vacinação x Autismo

Olá mamães !!

Tudo bem?

Vocês já ouviram dizer que vacinação é um direito da criança e um dever da família ?

Na Europa, há uma grande falta de adesão à campanhas de vacinação e a abrangência das doenças aumenta progressivamente. 

Tudo começou quando foi publicado em 1998 na revista cientifica Lancet um estudo FALSO onde o pesquisador Dr. Andrew Wakefield, afirmava que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubeola) poderiam causar autismo. O autor do estudo perdeu seu registro e foi processado criminalmente. Portanto, não existe evidencia cientifica para tal afirmação.

Será que não vacinar nosso filho chega a ser egoísmo ? Claro que não queremos o mal deles, nem que nosso filhos fiquem doentes, mas sera essa uma atitude correta ? 

Somos responsáveis por eles e pela sociedade em que vivemos. Não vacinando o seu, voce esta arriscando também a vida de outros, que ainda não estão com sistema imunológico completo e podem se infectar.

O governo não pode obrigar o responsável a vacinar a criança, nem impedir que frequente a escola por falta de vacinação. As campanhas são feitas de acordo com a sazonalidade das doenças e cabe à família tal responsabilidade.

Todas as doenças para as quais existe campanha e vacinas disponíveis são imunologicamente evitáveis. Sendo assim, caso a criança não seja imunologicamente capaz de se defender das doenças, ela pode matar como qualquer outra patologia.

O CDC (Centers of Disease Control) comparou os dados de 256 crianças com autismo com os de 752 crianças sem o distúrbio. Além de analisar o histórico de vacinação de cada uma delas, considerou também as vacinas que as mães das crianças tomaram durante a gravidez. E, assim como nos estudos anteriores, os pesquisadores não encontraram evidências de que a exposição ao Timerosal (tipo de um conservante de vacinas à base de mercúrio, um dos principais suspeitos de causar reações adversas) aumente o risco da criança desenvolver o distúrbio. Segundo o CDC, apesar dos resultados das pesquisas, uma pesquisa recente sugere que um em cada quatro pais nos Estados Unidos ainda acredita que as vacinas podem causar autismo.

Há um enorme debate correlacionando as vacinas com o espectro autista ou atraso no desenvolvimento da criança ao redor do mundo.

Para se ter uma ideia, o sarampo havia sido erradicado dos EUA por 14 anos, mas, em 2013, segundo o CDC, foram registrados 189 casos. Em outubro de 2011, a OMS informou que a circulação do vírus do sarampo mantinha-se ativa na Europa e na África. Naquele ano, o estado de São Paulo contabilizou 26 casos da doença. “Com isso, fica evidente o risco que grupos não vacinados podem causar para a saúde pública”, reforça Guido Levi, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia.

ze gotinha

Argumentos dos “Antivacinas”

 Dr. Guido explica que alguns argumentos debatem sobre a sobrecarga imunológica mediante a administração combinada ou simultânea de vacinas, agravada pelo excesso de alumínio, albumina purificada de sangue humano e timerosal. Com isso, as crianças seriam incapazes de responder com segurança e eficácia ao número de vacinas administradas, já que até os dois anos elas receberiam 21 injeções contendo 33 vacinas.

Devido a esse fato, alguns grupos defendem a ideia de adiar o inicio da vacinação para quando o sistema imunológico do bebê estiver mais “maduro”. Mas Dr. Guido explica que os neonatos desenvolvem essa capacidade de reação à antígenos estranhos ao organismo ainda na barriga da mãe e estima que a quantidade de vacinas que uma criança seria capaz de responder em um determinado momento, chegaria proximo de 10 mil: – “Isso significa que se 11 vacinas fossem aplicadas simultaneamente, somente 0,1% do sistema imune seria utilizado”, explica o médico.

Desde 1992, o Timerosal foi eliminado das vacinas da Suécia e Dinamarca e, nem por isso, o número de crianças com autismo deixou de aumentar. Além dos estudos, não custa lembrar que toda vacina passa por uma série de testes antes de ser comercializada. No Brasil, por exemplo, ela precisa seguir todos os protocolos de segurança, efetividade e eficácia exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Devido a todas essas informações, vacinar não deveria ser uma questão de escolha.

Crianças não vacinadas contra a coqueluche (vacina DTP) têm 23 vezes mais chances de contrair a doença, por exemplo. Em 2008, nos EUA, foram registrados 131 casos de sarampo no primeiro semestre, o maior desde 1996, e 91% dos infectados não tinham sido vacinados.

Complicações graves são raríssimas e os efeitos colaterais, como febre ou dor no local da picadinha, são leves e passageiros. Também não me sinto bem ao ver o Murilo sendo vacinado, aquele choro de dor que poderia ser evitado por nós corta o coração não é ? Mas uma dor passageira evitará dores futuras e mais graves.

Convivência

Vacinação é uma questão de saúde pública. A chance de uma criança ser infectada é muito maior se ela estiver numa comunidade desprotegida, o que ainda favorece a volta de doenças já erradicadas. Por isso devemos atualizar nossa carteira de vacinação quando viajamos à lugares onde ainda existem focos de doenças. É o caso da febre amarela, em estados do Norte e Centro-Oeste principalmente.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o último caso de poliomielite foi registrado em 1989. Isso só foi possível porque os responsáveis tiveram boa aderência às campanhas de vacinação. 

A 68ª Assembleia Mundial da Saúde, promovida entre 18 e 26 de maio de 2015, em Genebra (Suíça), reuniu autoridades sanitárias de 194 países. Nesta assembléia foi definida uma resolução, com novos acordos sobre a erradicação global da poliomielite, reforçando que a erradicação só poderá ser alcançada por meio do compromisso global.

A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infecto-contagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, freqüentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido. No Brasil, não há circulação de poliovírus selvagem desde 1990, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS).

Aconteceu entre 23 e 30 de Abril de 2016 a 14 Semana de Vacinação das Américas com o tema “Vamos pelo ouro! Vacine-se!”

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Foi esforço extraordinário liderado por países e territórios das Américas para promover o acesso à vacinação. Essas campanhas fortalecem os programas nacionais de vacinação, chegando até populações com pouco acesso a serviços de saúde regulares, como as que vivem nas periferias urbanas, áreas rurais e de fronteira e em comunidades indígenas.

Foi liderada pela Organização Pan-Americana/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS), com o apoio de parceiros como a Canadian International Development Agency, a Agência Espanhola de Cooperação Internacional, a UNICEF, O Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a Fundação das Nações Unidas, e a Agência GAVI da Fundação Bill e Melinda Gates.

As vacinas se assemelham aos agentes infecciosos e estimulam o sistema imunológico a se preparar, produzindo defesas contra o agente causador (vírus, bactéria ou parasita). Desta forma, a vacina protege o organismo de doenças específicas no futuro.

VAMOS VACINAR NOSSOS PEQUENOS !!!

vacinacao

Informem-se com pediatras e imunologistas caso tenham dúvidas!!

No Brasil estão erradicadas diversas doenças, não vamos permitir que elas retornem!!!

Um beijo,

Mamães!! Para receberem os próximos posts deixem seu email aqui para mim !!

*Fontes:

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