Cirurgias plásticas após a gravidez

Olá mamães! Tudo bem ?

Dia 25 de Abril fui convidada à uma palestra com Dr. Andre Colaneri para falar sobre um assunto que todas pensamos após a gestação, espero que gostem:

Cirurgias plásticas após a gravidez

A gravidez é um marco na vida das mulheres. Sem dúvida um período em que a mulher se sente mais plena, porém, não podemos negar que apesar de todos os ganhos em gerar uma vida, o corpo sofre grandes mudanças, como o ganho de peso, crescimento das mamas, musculatura afrouxada e flacidez de pele.

Durante a gestação, a mulher pode ganhar aproximadamente 10 kg:

– Bebê: 3,5 kg
– Placenta: 700 g
– Líquido Aminiótico: 1 litro
– Sangue: 1,5 litro
– Útero: 1 kg
– Mamas: 400 g
– Inchaço: 2 litros

A flacidez é a queixa mais frequente depois da gestação. Pode acometer as mamas, o abdômen e até a região genital. O aumento da gordura corporal também costuma incomodar e quase sempre acompanha a flacidez do abdômen.

Em nosso encontro com o Dr. André Colaneri, conversaremos sobre as cirurgias plásticas mais procuradas depois da gestação, suas indicações, alternativas e resultados possíveis, que são: mamoplastia, abdominoplastia, lipoabdominoplastia, prótese de mama e cirurgias intimas.

Mamoplastia

A mamoplastia tem como objetivo reverter o quadro das mamas caídas, devido à diminuição da quantidade de glândula e aumento da gordura que resulta na queda das mamas. Sendo que a gravidez acaba sendo um fator na aceleração desse processo. Essa cirurgia é indicada para redução de mamas volumosas e suspensão das mamas caídas.

É necessário afastamento de esforços por 30 dias, evitando nos primeiros 21 dias elevação dos braços. Deve ser usado o sutiã cirúrgico por aproximadamente um mês e meio.
O resultado definitivo é alcançado entre seis meses e um ano.

Abdominoplastia

É a cirurgia que remodela o abdômen ao retirar o excesso de pele e gordura que fica acumulada abaixo do umbigo. É uma cirurgia para remodelamento do abdômen, não para emagrecer.

 

Deve-se evitar esforços e manter-se em postura curvada por em média 15 dias para evitar tensão na cicatriz. É necessário usar uma cinta elástica por ao menos um mês e meio, além de ser indicado algumas sessões de drenagem linfática e ultrassom, após 7 dias da cirurgia, para facilitar a cicatrização e evitar o acúmulo de líquido local. O resultado definitivo é atingido após seis meses da cirurgia.

Lipoabdominoplastia

A lipoabdominoplastia é a junção de duas cirurgias, a lipoaspiração e a abdominoplastia. A lipoaspiração é indicada para retirar o excesso de gordura localizada, mas sem tratar a flacidez. A abdominoplastia, por sua vez, trata a flacidez da pele abdominal sem retirar o excesso de gordura localizada. Dos tipos mais usados na lipoaspiração, temos: tradicional, vibrolipoaspiração, lipoaspiração a laser e a lipoaspiração ultrassônica.

Já a lipoabdominoplastia é indicada aos pacientes que apresentam gordura localizada no abdômen, associada à flacidez de pele abdominal. É necessário usar uma cinta elástica por ao menos um mês e meio, além de ser indicado algumas sessões de drenagem linfática e ultrassom, após 7 dias da cirurgia, para facilitar a cicatrização e evitar o acumulo de líquido local. O resultado definitivo é atingido após seis meses da cirurgia.

Prótese de mama

Também conhecida como mamoplastia de aumento, a prótese de mama é indicada para pacientes com as mamas pequenas ou que após amamentar, tiveram redução do volume mamário sem que houvesse queda.
Há vários tipos e modelos de próteses de mama, que varia de conteúdo, perfil envoltório. O perfil (forma) pode ser redondo (baixo, moderado e alto) ou anatômico (“gota”), conforme a projeção da prótese. O conteúdo pode ser de silicone ou de soro fisiológico (prótese salina). O envoltório da prótese pode texturizado ou liso.

É recomendada a troca periódica das próteses para evitar desgaste da mesma.
É necessário evitar esforços com os braços por um mês.
O resultado definitivo se dá após seis meses.

Cirurgias íntimas

As cirurgias íntimas deixaram de ser um tabu e está sendo bem adquirida. São três tipos de cirurgias íntimas, temos a redução do monte de Vênus, que pode ser realizada através de lipoaspiração e/ou ressecção da pele, dependendo da existência apenas de gordura localizada e excesso de pele.

Há também a ninfoplastia ou labioplastia, que é a redução dos pequenos lábios vaginais que podem acarretar após a gravidez. Pode ser feita também por laser.

 

E a redução dos grandes lábios vaginais, indicada para as pacientes que possuem aumento, excesso de pele e flacidez dos grandes lábios vaginais. Pode ser feita a laser também, que leva a retração da pele, com melhora na flacidez. Relações sexuais devem ser evitadas por no mínimo 30 dias.

Dr. André Colaneri – cirurgião plástico especialista e membro pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Aborda diferentes assuntos dentro da cirurgia plástica, como cirurgia íntima (ninfoplastia; monte de vênus; correção dos grandes lábios), próteses em geral (mama, panturrilha, glúteo etc), lifting, lipoaspiração, lipoescultura, lipo- abdominoplastia, reconstrução de mama, rinoplastia, blefaroplastia, mentoplastia etc.

 

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Seu filho já esteve resfriado após a mudança de temperatura ? Então você precisa ler esse post: Vírus Sincicial Respiratório

Olá mamães!!

Tudo bem ?

Chega essa época e as manifestações respiratórias começam a aparecer, e nós não gostamos nem um pouco de vê-los assim. Vamos esclarecer um pouco sobre essas manifestações?

O vírus sincicial respiratório (VSR) é uma das principais causas de infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças menores de 3 anos, é um de muitos vírus que pode causar bronquiolite (uma infecção dos brônquios, nos pequenos tubos respiratórios dos pulmões). Outras causas de bronquiolite, são influenza, vírus para influenza, ou adenovírus.

O vírus respiratório é transmitido de uma criança infectada pelas secreções do nariz ou da boca, por contato direto, ou gotículas. O período de maior contágio é nos primeiros dias da infecção. O período de incubação do VSR varia de 2 a 8 dias, normalmente 4-6 dias. É uma infecção sazonal, ou seja, epidemias anuais ocorrem durante o inverno e início da primavera.

A maioria das crianças com infecções respiratórias têm apenas sintomas leves, geralmente semelhantes aos sintomas de um resfriado comum. Em crianças menores de 2 anos, a infecção pode evoluir para sintomas mais comumente encontrados em bronquiolite.

Inicialmente, a criança terá um corrimento nasal, tosse leve e, em alguns casos, febre.

Dentro de 1 a 2 dias, a tosse piora e ao mesmo tempo, a respiração da criança irá tornar-se mais rápida e difícil. Ele pode ter chiado cada vez que ele expira o ar. Fica difícil de mamar, porque ele está tendo uma dificuldade para respirar.

Mesmo deglutição, torna-se muito difícil para essas crianças. Os dedos e os lábios podem ficar com cor azulada, um sinal de que sua respiração não está entregando oxigênio suficiente para a sua corrente sanguínea.

Nos estágios iniciais de uma infecção respiratória, você pode ajudar a aliviar os sintomas gripais do seu filho. Aspiração suave do nariz (aqueles aspiradores domésticos com a sucção da mãe sabem? ou de outra pessoa claro) e lavagem com soro pode ser útil. O uso de medicamentos sem prescrição do pediatra pode causar efeitos colaterais e não são eficazes para a criança.

Vaporizador não tem sido mostrado para ser útil. Mas inaladores podem ser usado para aliviar os sintomas.

Consulte o seu pediatra imediatamente se o bebê ou a criança:

  1. Tem dificuldades respiratórias
  2. Idade inferior a 2 ou 3 meses + febre
  3. Sinais de desidratação, como boca seca, choro sem lágrimas, e urinar com menos frequência

O seu pediatra pode solicitar exames laboratoriais de amostras provenientes do nariz e da garganta de seu filho para ver se o VSR ou outro vírus está presente.

* O vírus pode ser cultivado em culturas especiais, ou partes do vírus podem ser identificados por testes rápidos.

Não há tratamento eficaz para a VSR ou outros vírus (exceto influenza).

A observação para o agravamento é importante.

  • Se ocorrer piora, você deve levar ao serviço médico, pois crianças com bronquiolite podem ter que ser hospitalizadas para tratamento com oxigênio.
  • Se o seu filho é incapaz de beber por causa da respiração rápida, ele pode precisar de receber fluidos intravenosos. Em raras ocasiões, os bebês infectados vai precisar de um ventilador mecânico para ajudá-los a respirar e uma internação em UTI.

A maioria das crianças com infecções virais se recuperam em cerca de uma semana, e quase todos se recuperam totalmente.

Quase todas as crianças são infectadas com VSR, pelo menos, uma vez até os 2 anos de idade, e uma recorrência leve da infecção durante toda a vida é comum. Conforme a criança cresce, as infecções virais se tornam menos graves do que quando eram menores e geralmente são difíceis de distinguir de um resfriado.

Estas infecções podem tornar os portadores de doenças respiratórias crônicas mais graves:

  • Crianças com doença cardíaca congênita pode ter um caso mais grave de VSR. Algumas crianças necessitam de hospitalização, e alguns vão precisar de cuidados intensivos.

Seu filho deve evitar contato próximo com outras crianças e adultos que estão infectadas com o vírus. Em creches, boas práticas de higiene devem ser usados pela equipe e as crianças, incluindo frequente e completa a lavagem das mãos.

Palivizumab é um anticorpo que se pode reduzir o risco de infecção por VSR. Ele é dado como uma injeção intramuscular uma vez por mês para crianças que estão em maior risco de doença grave causada por VSR. Estes incluem muito prematuros e alguns bebês com doença pulmonar crônica.

Grupos de risco

Prematuridade (PT): A prematuridade é o principal fator de risco para hospitalização pelo VSR. Sistema imune imaturo, reduzida transferência de anticorpos maternos e reduzido calibre das vias aéreas são as condições associadas ao elevado risco.

Associam-se a elas: baixa reserva energética, freqüente desmame precoce, anemia, infecções repetidas e uso de corticóides. O risco de hospitalização decresce com o aumento da idade gestacional.

Cardiopatia Congênita (CC): A presença de malformações cardíacas está relacionada a uma maior gravidade e taxas de hospitalização maiores em infecções causadas pelo VSR.

A hiperreatividade vascular pulmonar e a hipertensão pulmonar são responsáveis pela gravidade do quadro. A taxa de admissão hospitalar nesses quadros é três vezes maior que a da população sem doença de base, com internação em terapia intensiva duas a cinco vezes mais frequente, requerem três vezes mais ventilação mecânica e tem hospitalização mais prolongada, com mortalidade de 3,4% comparada a uma taxa de 0,5% na população previamente sadia.

Doença Pulmonar Crônica da Prematuridade (DPC): A DPC da prematuridade é uma condição onde uma injúria pulmonar se estabelece num pulmão imaturo e que leva à necessidade de suplementação de oxigênio e outras terapias medicamentosas. Muitos estudos demonstram uma maior susceptibilidade desses bebês em desenvolver infecções graves pelo VSR .

Adicionalmente a este maior risco de hospitalização, crianças portadoras de DPC necessitam mais de ventilação mecânica, permanecem mais tempo hospitalizados (11 versus 4 dias) e são admitidos mais frequentemente em terapia intensiva (4 versus 0,2) quando acometidas por infecções pelo VSR, comparadas com crianças previamente saudáveis respectivamente.

 

Diagnóstico Laboratorial

O diagnóstico específico do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e outros vírus respiratórios são realizados através da coleta de secreção respiratória. O melhor material para coleta é o lavado nasal.
Entretanto, podem ser utilizados swab (um tipo de haste flexível) nasal ou de orofaringe. Em crianças em unidade de Terapia Intensiva intubadas podem ser realizadas coletas de aspirado traqueal ou de lavado broncoalverolar.

Particularmente em pacientes imunocomprometidos a coleta de secreção respiratória baixa pode ter maior positividade. Os testes detectam a presença do VSR na secreção respiratória.

 

Prevenção da infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório

Medidas gerais Cuidados básicos para reduzir a transmissibilidade do VSR:

  • Higienizar as mãos antes e após contato com pacientes.
  • Limitar o contato com pessoas infectadas.
  • Intensificar os cuidados de higiene pessoal.
  • Orientar os familiares quanto à importância da higienização correta das mãos.
  • Fazer desinfecção das superfícies expostas às secreções corporais.
  • Isolar pacientes hospitalizados com suspeita de infecção por VSR.
  • Cuidados com pacientes que fazem parte dos grupos de risco.
  • Evitar exposição passiva ao fumo dos pais e familiares.
  • Vacinar contra Influenza crianças a partir dos 6 meses de vida até 2 anos de acordo com o Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.

 

Uma foto do meu pequeno “dodói” – muita hidratação neles! Graças a Deus já está bem..

Espero ter esclarecido um pouco a respeito. Sou fisioterapeuta intensivista, trabalho no ambiente hospitalar e quando o meu fica doente, parece que viro leiga, coração de mãe mole como todas vocês.

Um beijo, Jú

Fontes:

Hospital Sabará – Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Ministério da Saúde

Sociedade Brasileira de Pediatria

Imagens: Google Imagens + arquivo pessoal

 

 

Mãe também é gente!

Olá mamães!

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A REVISTA PAIS&FILHOS PROMOVE O III SEMINÁRIO INTERNACIONAL MÃE TAMBÉM É GENTE EM PARCERIA COM GRANDES MARCAS DO UNIVERSO INFANTIL

Com o tema “Só cria filho feliz, uma mãe feliz”, o encontro contará com palestrantes

que são referências no mercado

Será no dia 4 de maio, das 8h30 às 17h30, na Unibes Cultural, em São Paulo.

O encontro, com capacidade para 300 pessoas, contará com a presença de Laura Gutman, autora do best-seller O Poder do Discurso Materno; Patricia Camargo, sócia do projeto TempoJunto; Dado Schneider, idealizador da palestra “O mundo mudou…bem na minha vez”; Marcos Piangers, escritor do livro best-seller O Papai é Pop, e Ana Cardoso, escritora do livro de crônicas Mamãe é Rock!. Além disso, pensando na troca de experiências e interatividade, o evento promoverá uma mesa-redonda comandada por Mônica Figueiredo, diretora da redação da Pais&Filhos.

Em parceria com as marcas Pompom, Lillo, Mam Baby, Infanti, R7, Casa de Livros  e Unibes Cultural, a Pais&Filhos aposta no evento com o objetivo de fazer com que as mães entendam o mundo em que vivem, encarem a vida de uma forma mais leve, parem de se culpar e aproveitem de forma plena esta fase e a infância dos filhos, sendo mais felizes e, consequentemente, criando filhos mais felizes.

Com o desafio de seguir como referência de conteúdo destinado a este público, para Adriana Cury, diretora de marketing da Pais&Filhos, “Esta iniciativa em parceria com grandes marcas, levantará discussões importantes para a reflexão sobre o equilíbrio entre essa nova mulher após se tornar mãe e a sua vida pessoal, profissional e aspirações. Além disso, outros questionamentos que são relevantes para o dia a dia dessa figura feminina que é antenada e independente, e quer aproveitar ao máximo o tempo com os filhos, sem deixar de ser mulher”.

Os interessados poderão fazer o cadastro no http://www.seminariopaisefilhos.com.br

e as vendas dos ingressos ocorrerão em três lotes, com preço que varia entre R$ 50 e R$ 150.

 

Local: Rua Oscar Freire, 2.500 – Espaço Cultural Unibes – São Paulo

Ingresso: de R$ 50 a R$ 150

Programação

8h30: Welcome Coffee

9h: Só cria filho feliz, mãe feliz, com Mônica Figueiredo, diretora editorial da Pais&Filhos

9h30: Laura Gutman, psicopedagoga e autora do best-seller O Poder do Discurso Materno.

10h30: Coffee Break

11h: Patrícia Camargo, sócia do projeto Tempojunto

12h: Horário livre para almoço.

13h30: Dado Schneider, escritor e idealizador da palestra O mundo mudou…bem na minha vez

14h30: Mesa-redonda com Mônica Figueiredo e convidados

16h: Coffee Break

16h30: Marcos Piangers, escritor do livro best-seller O Papai é Pop, e Ana Cardoso, escritora do livro de crônicas Mamãe é Rock!

17h30: Encerramento

Sobre a Pais&Filhos

A Pais&Filhos (www.paisefilhos.com.br) nasceu em 1968 com a primeira revista do segmento parents do país. Com o mote “juntos é possível formar famílias mais felizes”, além da revista publicada mensalmente, a marca conta com diversos títulos especiais e suplementos com suas versões impressas e mobile iOS e Android. A Pais&Filhos segue como referência no segmento e presente nas principais redes sociais como Facebook, Google +, Twitter, Instagram, Pinterest, e YouTube que somam mais de 4,2 milhões de seguidores.  Com 200 mil leitores da versão impressa, somada aos demais produtos e plataformas, atinge uma audiência de mais de 200 milhões de pessoas mensalmente se consolidando como a maior produtora e distribuidora de conteúdo sobre família no Brasil. A marca também disponibiliza aos leitores, os apps Gravidez Semana a Semana e Amamentação bem como vídeos que apresentam receitas, dicas, coberturas de eventos que podem ser acessados no canal do YoutTube. Com o objetivo de compartilhar momentos e conhecimento com as famílias, a empresa ainda realiza ao longo do ano eventos com palestrantes de peso abordando os temas mais relevantes e atuais para mais de 600 pais e mães que marcam presença para compartilhar experiências.

Eu estarei lá! Espero conhecer muitas de vocês!

Um beijo, Jú!!

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Motricidade oral x Alimentação

Olá mamães!

Tudo bem ?

Murilo está com 2 anos e quase 5 meses, fala pouco, o básico e eu já pouco ansiosa (como toda mãe) fui pesquisar a respeito. É muito comum que mães procurem o pediatra preocupadas com atraso ou dificuldade na fala de seus filhos mas, é pouco comum que procurem avaliação fonoaudiológica.

Você sabia que a mastigação e a consistência dos alimentos pode influenciar e muito no desenvolvimento da fala ?

A mastigação envolve uma coordenação de movimentos da língua, dos lábios e da mandíbula, importante para o desenvolvimento da musculatura da boca, e a alimentação básica de muitas crianças consiste em alimentos que derretem na boca e não exigem tanta mastigação.

Eu mesma assumo que o Murilo comeu muito purê. Hoje em dia dou os legumes aos pedaços à ele. Ele graças a Deus tem a alimentação bem variada, mas eu amassei a comida por bastante tempo. Quando não amassada, tinha algum caldo (feijão, lentilha, grão de bico, polenta) que fazia a comida ficar mais “mole” e fácil de engolir.

Os movimentos mastigatórios são importantes para o refinamento da fala. Por isso a importância da introdução de alimentos sólidos na alimentação da criança. Crianças que se alimentam apenas de dieta pastosa ou liquidificada podem apresentar uma hipotonia dos músculos faciais e ter problemas na articulação dos sons.

Os músculos faciais flácidos podem ser sinalizados por fechamento incompleto da boca e consequente respiração bucal, que deixa a musculatura da região mais fraca ainda.

O aleitamento materno é o primeiro modo de se desenvolver os músculos orais e coordenação com a respiração (sucção), e a introdução alimentar gradativa posteriormente irão auxiliar no desenvolvimento muscular orofacial e consequentemente na fala (mastigação e deglutição).

A preferência por alimentos macios pode estar relacionada à redução da força dos músculos da mastigação. Devemos estimular diferentes consistências desde cedo, como forma de fortalecer a musculatura orofacial e promover o desenvolvimento harmonioso da face.

O desenvolvimento adequado da linguagem também está relacionado a uma série de outros aspectos do desenvolvimento, como:

  • condições orgânicas (em especial a integridade do sistema nervoso central),
  • condições sensoriais e perceptuais (principalmente a audição),
  • condições sociais, afetivas e cognitivas

Com isso, espero ajudá-las caso estejam passando pela mesma situação que nós e se acharem necessário conversarem com a (o) pediatra e fonoaudióloga.

Um beijo,

Juliana (mamãe do Murilo)

urilo)

Compostos químicos dos cosméticos, você os conhece ?

Olá mamães!

Estou sumida por aqui, mas tenho um motivo especial 😉

Desde Novembro/2016 venho fazendo algumas mudanças importantes em nossas vidas e rotina familiar. Decidi retirar a carne vermelha e aves do meu cardápio; Murilo ainda come frango, mas carne vermelha foi eliminada de casa.

Como uma mudança “puxa” a outra, eu busquei na minha infância e adolescência uma coisa de que gostava muito e ficou esquecida: a saboaria. Na infância pegava os cosméticos da minha mãe e avó, misturava texturas, farinha de trigo (rs) e fazia mais bagunça do que algo realmente útil. Na adolescência, fazia sabonetes com base glicerinada e velas com essências e corantes. Amava o que fazia. A vida mudou, as cobranças e estudos vieram e tudo tomou outro rumo. Muitos anos depois, agora em 2016, me senti atraída por este desejo de tornar tudo mais saudável. Fiz um curso maravilhoso de saboaria e cosmética natural e mergulhei nesse assunto com vontade!

Se reeducamos nossa alimentação, por que não alterar o que usamos em nossa PELE ? O maior “orgão” do nosso corpo, que absorve tudo que utilizamos nela (seja para uso curativo ou cosmético) para nossa corrente sanguínea ?

Estamos acostumados a NÃO ler o rótulo dos produtos que compramos. Uma das mudanças foi essa. LEIA O RÓTULO. Procure saber o que está consumindo.

Quero comentar com vocês aqui sobre os cosméticos que usamos em nossa pele, e até aqueles infantis, que parecem mais “inofensivos” e contém sulfatos, parabenos, componentes petroquímicos (derivados de petróleo). E ainda são testados em animais.

VOCÊ SABE O QUE USA EM SUA PELE ?

De acordo com o Food and Drugs Administration (FDA) do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, parabenos (Metil, Propil, Butil e Etilparabeno) são uma classe de produtos químicos muito utilizados em cosméticos. Eles são ácidos conservantes em muitos tipos de fórmulas, por isso são utilizados para eliminar micro-organismos.

Imagina ? Um produto que precisa ficar na prateleira de lojas por meses, algo muito forte precisa ser usado para conservar. E isso vale para sabonetes, desodorantes, shampoos, hidratantes, maquiagens, esmaltes, entre tantas coisas que utilizamos frequentemente.

O controle sobre a quantidade de parabenos presentes em cosméticos é bastante rígida. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu como limite as concentrações máximas de 0,4% de cada parabeno e um máximo de 0,8% de parabeno total, no produto cosmético.

Apesar de ser permitido, pesquisas observaram que eles podem ser tóxicos para as células humanas e carcinogênicos. O parabeno interfere no sistema endócrino de humanos e animais – ele possui uma atividade estrogênica – por conta disso ele é considerado um disruptor endócrino. Atualmente, essas substâncias vêm ganhando relevância, pois mesmo em doses pequenas, porém indiscriminadamente podem causar malefícios à saúde e ao meio ambiente (não são biodegradáveis) através do volume de consumo diário de aditivos químicos.

Mas então por que a polêmica?
Em 2004 foi feito um estudo (conduzido por oncologistas da Universidade de Reading, em Edimburgo) com a pele de portadores de câncer e verificou-se que em 90% das amostras analisadas de pacientes com câncer de mama havia resquícios de parabenos. Outros estudos foram feitos depois, mas nunca se chegou a uma conclusão se os parabenos colaboram ou não para o desenvolvimento do câncer de mama. Alguns cientistas desconfiam que o parabenos têm uma ação que imita os estrogênios (hormônios sexuais). Estrogênio em demasia, ou imitadores de estrogênio podem causar problemas e contribuir para tumores cancerígenos. Alguns estudos não conclusivos  sugerem que os parabenos seriam bem absorvidos pelo aparelho intestinal e perfeitamente eliminados na urina, porém quando usados externamente sobre a pele sua eliminação não seria tão rápida e eficaz.

Por que usar produtos sem parabenos?
O problema de quase todos os aditivos químicos (não apenas dos parabenos) é que eles fazem parte de 99% dos produtos que consumimos diariamente. Assim, esses compostos se acumulariam na pele e em nosso organismo num ritmo muito maior do que nosso corpo seria capaz de assimilar. Pode ser essa a razão, por exemplo, de muitas irritações cutâneas e reações alérgicas a determinados cosméticos.

Além dos parabenos, há também muitos outros compostos que apresentam toxicidade. São eles:

Ftalatos: aditivo para tornar o plástico mais maleável. Também representam potencial risco cancerígeno (fígado, rins e pulmão), além de alterações hormonais e de fertilidade.

Formol: faz muito mal para a pele. A grande maioria das pessoas desconhece é que muitos cosméticos utilizam em suas formulações alguns tipos de conservantes que produzem e liberam formol na pele. Um estudo realizado no Departamento de Dermatologia da Universidade de Debrecen, na Hungria, publicado no periódico Experimental Dermatology, em maio de 2004, revelou que o formol pode contribuir para o aparecimento de câncer induzido pela radiação ultravioleta do sol. São as seguintes substâncias: quatérnium-15, diazolidinil hora, imidazolidinil uréia e DMDM hidantoína.

Propilenoglicol: produto utilizado em uma ampla variedade de cosméticos. O perigo de seu uso está nas alergias e irritações. Um estudo realizado com 45.138 pacientes na Universidade de Göttingen, na Alemanha, publicado no periódico Contact Dermatitis, em novembro de 2005, confirmou que a substância pode causar alergias. Essa mesma conclusão obteve o estudo realizado no Departamento de Dermatologia do Hospital Osaka Red Cross, no Japão, publicado no periódico International Journal of Dermatology, em 2005. Para saber se o seu produto contém propilenoglicol na composição, verifique a palavra propylene glycol no rótulo da embalagem.

Óleo mineral e derivados do petróleo: estão presentes na maioria dos produtos cosméticos em razão da sua propriedade emoliente, ou seja, hidratante para a pele. Entretanto, estudos recentes vêm associando esses componentes ao aumento da mortalidade por diversos tipos de câncer, como o de pulmão, esôfago, estômago, linfoma e leucemia. Isso se deve à presença do composto 1,4-dioxano, substância cancerígena, como relata estudos publicados nos periódicos American Journal of Industrial Medicine (Departamento de Epidemiologia, Escola de Saúde Pública, Los Angeles, CA outubro de 2005), Contact Dermatitis (Departamento de Dermatologia, Nagoya City University Medical School, Japão, abril de 1989) e “Regulatory Toxicology and Pharmacology” (outubro de 2003). Para identificar a presença desses componentes, basta procurar no rótulo as palavras paraffin oil e mineral oil.

Benzofenonas: usadas em alguns filtros solares que possuem ação semelhante à do hormônio feminino estrogênio, além de ser uma grande causadora de dermatites de contato.

  • Cuidados com bebês

A pele dos pequenos é ainda mais sensível e requer nossa atenção.

A presença do parabeno na formulação de loções, shampoos e lenços umedecidos pode causar irritações. Meu filho várias vezes já apresentou vermelhidão com o uso frequente de lencinhos; tanto é que agora eu uso algodão em casa, o lenço fica para quando estamos fora de casa

Além dessas reações, a exposição à produtos químicos bactericidas pode deixar as crianças mais propensas a contrair alergias alimentares e ambientais, de acordo com pesquisa do hospital Johns Hopkins Children’ s Center, nos Estados Unidos.

“Isso explica porque no consultório vemos como mães que exageram na higiene tem uma tendência maior a ter filhos com alergias. A exposição na primeira infância a patógenos comuns é essencial na construção de respostas imunológicas saudáveis. A falta de tal exposição, de acordo com o estudo, pode conduzir a um sistema imunitário, que fica hiperativo contra substâncias inofensivas, tais como proteínas de alimentos, pólen ou pelos de animais. Nesse mesmo estudo, as crianças com níveis mais altos de parabeno na urina tinham o dobro de risco de alergia ambiental”, esclarece Valéria Campos (dermatologista e assessora do Departamento de Laser da SBD)

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Vou deixar uma listinha dos compostos para se observar nas embalagens:

  • Sulfatos: todos começam com a palavra Sodium (detergentes do produto, fazem a ESPUMA) => Sodium Laureth Sulfate, Laureth ether sulfate SLES, Myreth Sulfate, Sodium Lauril Sulfate (potencialmente alergênico, principalmente em crianças – couro cabeludo e até dificuldade respiratória) , Sodium Coco Sulfate, Sodium Trideceth Sulfate, Sodium C12-16 Olefin Sulfonate, Sodium Alkybenzene Sulfonate, Ammonium Lauryl Sulfate ALS, Ammonium Laureth Sulfate, Ammonium Lauryl Ether Sulfate ALES, Ammonium or sodium xylenesulfonate, TEA Lauryk Sulfate.
  • Silicones não solúveis: todos tem final ONE e ANE: Amodimethicone, Cethearyl Methicone, Cetyl Dimethicone, Cyclometicone, Cyclopentasiloxane, Dimethicone, Stearyl Dimethicone, entre outros muitos.
  • Petrolatos: Parafinum Liquidun (parafina líquida), Mineral Oil (óleo mineral), Petrolatun, Isoparafin (isoparafina), Vaselin, Dodeceno (dodecano), Alkane.

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Bom mamães, a escolha sobre consumir ou não os produtos é exclusivamente nossa. Se houverem alternativas, é sempre prudente não correr riscos ao consumir compostos químicos que possam causar, mesmo que eventualmente, problemas à saúde não é ? Optem por produtos naturais, busquem saber sobre o que estão consumindo, mesmo que tal blog o tenha indicado 😉

Espero que gostem, e se possível mudem alguns hábitos para melhor

Um beijo,

Jú 🙂

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Fonte:

Ecycle

Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária

FDA – Food and Drugs Administration

Artigo Científico – Online Library

Namu

SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia

 

 

Língua em framboesa. Você sabe o que é?

Olá mamães!!!

Faz tempo que não apareço por aqui!! Estava tudo muito corrido com a organização do Projeto Deixa ser Criança. Em breve vai ter post com todas as fotos profissionais desse dia lindo, maravilhoso, cheio de solidariedade e amor ao próximo que foi o dia de ontem (22/11).

Nesse meio tempo também tive a festinha do Murilo de 2 anos para organizar (handmade party), mamãe aqui fez tudo, minha vida profissional e casa para cuidar. UFA! Quanta coisa! Mas agora estou aqui para informar vocês sobre uma doença que tem surgido novamente depois de muitos anos de remissão. Uma amiga no trabalho contou que seu sobrinho apresentou a doença e eu vim contar para vocês do que se trata.

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Você sabe o que é ESCARLATINA ?
A escarlatina é uma doença infecciosa aguda, causada por uma bactéria chamada estreptococo beta
hemolítico do grupo A (complicado né?! Mas vamos explicar o que é mamãe). 

Os estreptococos são, também, agentes causadores de infecções da garganta (amigdalites) e da pele (impetigo, erisipela). O aparecimento da escarlatina não depende de uma ação direta do estreptococo, mas de uma reação de hipersensibilidade (alergia) às substâncias que a bactéria produz (toxinas). 
A escarlatina é uma doença que afeta principalmente crianças em idade escolar.  É contagiosa e a transmissão ocorre de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva ou secreções infectadas, provenientes de doentes ou de portadores que são aquelas pessoas saudáveis que transportam a bactéria na garganta ou no nariz sem apresentarem sintomas.
O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contato com o estreptococo (com alguém doente ou simplesmente portador) é de aproximadamente 2-4 dias, podendo, no entanto, variar até 7 dias.
 A escarlatina é uma doença em que aparecem associadas uma infecção na garganta, febre e uma erupção típica na pele.
Tem início SÚBITO com:
  • febre alta (que diminui progressivamente)
  • mal estar, dores de garganta,
  • por vezes vômitos,
  • dor de barriga e
  • prostração
  • Erupção na pele (por volta do segundo dia predominando no pescoço e tronco, progredindo em direção à face e membros)

As manchas são bem características. São pequenas manchas do tamanho de uma cabeça de alfinete, cor vermelho vivo e que são mais intensas na face, nas axilas e nas virilhas.

Estas alterações atingem também a língua, que se apresenta branca e saburrosa no início, ficando depois com aspecto de FRAMBOESA, devido ao aumento das papilas.

COMPLICAÇÕES

Subdivididas em:
  • PRECOCES (durante a fase aguda da doença):

As complicações na fase aguda da doença resultam da disseminação da infecção estreptocócica a outros locais do organismo, causando, por exemplo, otite, sinusite, laringite, meningite, etc

  • TARDIAS (após o desaparecimento da doença)

Pode ocorrer febre reumática (lesão das válvulas do coração) e a glomerulonefrite (lesão do rim que pode evoluir para insuficiência renal). Estas complicações são potencialmente graves e para diminuir a sua ocorrência é importante o tratamento adequado das infecções estreptocócicas.

DIAGNÓSTICO
Nesse período que estamos chegando próximo do verão, onde casos de dengue começam a surgir, a avaliação clínica (associação de febre, inflamação da garganta e erupção puntiforme de cor vermelho vivo e de distribuição típica) deve ser confirmado através da pesquisa do estreptococo num esfregaço colhido por swab (cotonete próprio para uso laboratorial) da garganta.
A confirmação da doença também pode ser feita após a remissão da doença através de exames de sangue (testes sorológicos).

E agora mamãe ?! Como cuidar do bebê ou da criança com Escarlatina ?

Caso nossos pequenos peguem a doença, eles NÃO DEVEM ir à escola para evitar contaminar outras crianças,  repouso e que evitem o contato com outras crianças.

Assim que os primeiros sintomas surgem, e você desconfiar de escarlatina, leve-o (a) ao médico para iniciar o tratamento e, após 24 horas do seu inicio a criança já pode sair de casa e ir à escola pois a doença não é mais contagiosa.

Outros cuidados importantes para controlar o contagio da doença, assim como de outras doenças é lavar regularmente as mãos da criança, as suas roupas com água quente e sabão separado das outras, desinfetar com álcool os seus objetos e não partilhar utensílios de alimentação.

Tratamento

O tratamento da Escarlatina é feito com antibióticos como a Penicilina, Azitromicina ou Amoxicilina, que vão eliminar a bactéria que causa a doença do corpo.

Porém, se for alérgico à Penicilina, o tratamento geralmente é feito usando o antibiótico Eritromicina para garantir que não surgem reações de alergia.

Geralmente, o tratamento durante entre 7 a 10 dias, porém após a 2ª dose do remédio é esperado que os sintomas aliviem ou desapareçam.

A escarlatina embora seja mais comum em crianças, também pode afetar adultos, podendo surgir até um máximo de 3 vezes na vida, pois existem 3 formas diferentes da bactéria que causam esta doença.

Um beijo!!!

Fontes:

Alergias respiratórias

Olá mamães! Tudo bem ?

Dia 27 de Outubro fui convidada por Dr. Jamal Azzam para um almoço muito gostoso aqui em São Paulo onde ele nos deu uma palestra sobre os cuidados respiratórios com nossos pequenos.

Eu, Juliana, como fisioterapeuta também quero passar um pouquinho de informação a respeito das alergias respiratórias para vocês.

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Que a rinite alérgica é uma situação extremamente comum e altamente incomodativa todos sabemos, e ela pode ocorrer por problemas ambientais (ácaros, pó doméstico, umidade [mofo], fumaças, mudanças clímáticas, tempo seco e mais dificilmente pólen), mas também por fatores hereditários.

Todos esses estímulos causam a hiper reatividade da via aérea, causando a liberação exagerada de histamina, que causa os espirros constantes, coceira, congestão nasal e coriza.

rinite

Existem alguns tipos de rinite além da alérgica, são elas:

  1. Rinite vasomotora: causada por alterações anormais no movimento dos vasos sanguíneos das conchas nasais, que quando estão dilatados levam ao aumento do volume das conchas nasais e consequente entupimento do nariz. Procurar um otorrino é fundamental para o correto diagnóstico e tratamento, por vezes, cirúrgico.
  2. Rinite medicamentosa: causada pelo uso excessivo que vasoconstritores tópicos, aquelas “gotinhas para desentupir”, que causam efeito rebote.
  3. Rinite gestacional: o aumento da circulação sanguínea na mucosa nasal pelo efeito da progesterona sobre a musculatura lisa dos vasos sanguíneos, ocasionando um relaxamento muscular e posterior congestão nasal.
  4. Rinite do bebê: causada por uma reação alérgica à poeira ou algum outro fator que deve ser investigado pelo médico. Por causa do nariz “entupido” a criança apresenta dificuldade de alimentar-se e alteração do sono.

Devemos procurar um médico para evitar as complicações de uma rinite não tratada, como a crise asmática e as infecções secundárias dos seios da face e das vias respiratórias superiores.

A sinusite é a inflamação dos seios (sinus) da face, que são cavidades ósseas  (maxilar, etmoidal, frontal e esfenoidal). A sinusite pode ser uma complicação da rinite alérgica, resfriado, desvios de septo, traumas de crânio e tratamentos odontológicos. Os sintomas podem aparecer como congestão nasal prolongada, dores de cabeça e na face, febre e secreção nasal abundante.

Uma sinusite não tratada pode levar à sérias complicações, como: meningite, abcesso cerebral ou periorbitário e sinusite crônica.

Um resfriado pode virar sinusite?

Sim! Tudo depende do estado do organismo individual de cada um.

Hidratação adequada, repouso, não oferecer estímulos negativos (cigarro, mudanças de temperatura, estresse). Ela é considerada aguda quando dura 4 semanas ou menos, subaguda quando dura de 4 a 11 semanas e crônica quando permanece por 12 semanas ou mais.

Tratamento:

Deve ser indicado por um otorrinolaringologista, mas algumas dicas podem ajudar:

  • Ingerir bastante água para manter a hidratação das mucosas
  • Nebulização com soro fisiológico a 0,9%
  • Higiene nasal com soro fisiológico
  • Retirar o possível fator desencadeante da alergia

Fontes:

Livro – Ouvidos, Nariz e Garganta: Cuidados e Curiosidades – Jamal Azzam

http://www.moreirajr.com.br